Vacinas

A vacinação geralmente é o primeiro contato do animal e do proprietário com o veterinário. Além disso, ela é fundamental para a saúde do seu animal e da sua família. Você sabia que existem doenças como a cinomose, raiva e a leptospirose, por exemplo, que seu cão pode contrair sem sair de casa? Elas são contagiosas e letais e as duas últimas podem passar para os seres humanos! Vacinação é algo sério, mais sério do que pode parecer. Por isso o protocolo de vacinação, ou seja, quais vacinas administrar e em qual fase da vida do animal, é só o veterinário que pode te dizer.

A resposta adequada à vacinação é diretamente ligada à competência imunológica de cada animal. Por isso, antes de iniciar a vacinação o animal deve ser avaliado pelo clínico.

 

Vacinação para cães

Para cães filhotes, a nossa recomendação é que o protocolo de vacinação de cães sadios tenha início em 6 a 8 semanas de idade, como auxiliar na prevenção contra Cinomose, Hepatite Infecciosa Canina, Adenovírus Canino Tipo 2, Coronavírus Canino, Parainfluenza Canina, Parvovírus Canino e Leptospirose Canina, sorotipos presentes na maioria das vacinas conhecidas no mercado como “V8” ou “V10”.

Como a presença de anticorpos maternos interfere no desenvolvimento da imunidade ativa os filhotes de cães devem ser revacinados a cada 3 ou 4 semanas até pelo menos 12 semanas de idade. Cães com idade acima de 12 semanas devem receber uma dose de V8 ou V10 e uma segunda dose 3 ou 4 semanas depois.

A partir da primeira dose o animal deve retornar a  clínica mensalmente, pelos próximos 2 a 3 meses, para o reforço da vacina V8 ou V10 (total de 3 doses), assim como para a vacina contra a gripe canina (Adenovírus Canino Tipo 2, Parainfluenza Canina e Bordetella Bronchiseptica), vacina contra Giardíase (duas doses) e, no último mês, depois de 4 meses de idade, para a vacina em dose única contra a raiva.

Neste período você também receberá todas as informações necessárias de manejo e dos cuidados de medicina preventiva, que serão de extrema importância para a qualidade de vida e a longevidade de seu animal.

A partir de então, o animal é vacinado anualmente com uma dose de cada vacina (V8 ou V10, Bordetella, Giárdia e Antirrábica).

Cães que vivem em área endêmica para leptospirose ou têm contato com roedores devem receber reforço anual contra leptospirose intercalada depois de seis meses da vacinação anual.

Vacinação para gatos

A nossa recomendação é que o protocolo de vacinação para filhotes de gatos sadios tenha início em 6 a 8 semanas de idade, como auxiliar na prevenção das doenças causadas por vírus da Rinotraqueíte, Calicivirose, Panleucopenia felinas e por Chlamydia Psittaci, presente na vacina conhecida como Quádrupla Felina.

Como a presença de anticorpos maternos interfere no desenvolvimento da imunidade ativa, os filhotes de gatos devem ser revacinados a cada 3 ou 4 semanas até pelo menos 12 semanas de idade. Gatos com idade acima de 12 semanas devem receber uma dose de vacina e uma segunda dose 3 ou 4 semanas depois.

A resposta adequada à vacinação é diretamente ligada à competência imunológica de cada animal. Por isso, antes de iniciar a vacinação em filhotes o animal deve ser avaliado pelo Clínico.

Para gatos de origem desconhecida ou animais de rua recomendamos, antes do início da vacinação, um exame de sorologia para as doenças FIV/Felv Felina (Vírus da Aids Felina e Leucemia Felina), devido à alta prevalência e gravidade dessas doenças para os felinos.

A partir da primeira dose de vacina o animal deve retornar ao hospital mensalmente, pelos próximos 2 a 3 meses, para o reforço da Vacina Quádrupla Felina e, no último mês (depois de 4 meses de idade), para a vacina em dose única contra a raiva.

Neste período você também receberá todas as informações necessárias sobre manejo e cuidados de medicina preventiva, que serão de extrema importância para a qualidade de vida e a longevidade de seu animal.

A partir de então, o animal é vacinado anualmente, com uma dose única de Vacina Quádrupla e uma dose de Vacina Antirrábica.